30 de mar. de 2006
Praquintana saldosar
recluso no escuro,
seu sono profundo
atormenta o impuro futuro.
e foge do claro,
engole o brado tão raso
que esconde aonde?
na mansa lembrança
que bate à porta,
mas não amarrota ou desbota:
as novas paisagens são miragens de passagem
Postagem mais recente
Página inicial